O antigo Guia do Estudante consolidou sua trajetória a partir de 1984, surgindo como uma publicação anual essencial para orientar vestibulandos em meio às incertezas da escolha profissional. O que começou como um guia informativo evoluiu, entre o final dos anos 80 e a década de 90, para um robusto sistema de avaliação de cursos. O grande diferencial da marca foi traduzir a complexidade acadêmica em uma linguagem acessível e visual, utilizando o famoso selo de estrelas para classificar as graduações como boas (3 estrelas), muito boas (4 estrelas) ou excelentes (5 estrelas).
Apesar de seu sucesso histórico, o cenário mudou drasticamente com a digitalização e a crise do mercado editorial, levando ao fim da avaliação sob a marca original em 2018. Naquele ano, a Editora Abril realizou sua última análise tradicional antes de encerrar diversas publicações impressas. No entanto, o modelo não desapareceu; em 2019, a equipe técnica e a metodologia migraram para uma parceria com o jornal O Estado de S. Paulo mais o Quero Educação, resultando na criação do Guia da Faculdade, que hoje dá continuidade ao legado de ranqueamento nacional.

